Era uma vez um abelhão
que andava sempre zangado,
De dia zumbia-rugia,
E assim as flores espavoria,
Num turbilhão ensombrado
Era uma vez um abelhão
que era muito zombeteiro
Troçava dos rapazinhos,
Não gostava de beijinhos,
Nem menos de flores de cheiro...
Era uma vez um abelhão
Que todo o céu cortejava
Mas, ao sentir pesar-lhe a asa,
Agastado, poisou numa flor,
E esta - para seu grande horror -
Deu-lhe um beijo repenicado!
(claramente o versinho (vê-se já) não é o meu forte, contudo aqui fica este exercício/apontamento em tom de gracejo)
Subscrever:
Enviar comentários (Atom)
0 comentários:
Enviar um comentário